Ao analisar a bacia sedimentar Amazônica, Eustáquio de Sene e João Carlos Moreira ressaltam que ela serve como um excelente exemplo para demonstrar que a estrutura geológica não determina de maneira fixa a forma do relevo atual. Isso ocorre porque a maior parte da bacia sedimentar Amazônica é classificada morfologicamente como:
Ⓐ Um dobramento moderno com elevadas altitudes.
Ⓑ Planaltos e depressões, restando apenas faixas estreitas de planícies ao longo dos rios.
Ⓒ Uma única e contínua planície que se estende do Oceano Atlântico até a Cordilheira dos Andes.
Ⓓ Uma fossa abissal preenchida exclusivamente por rochas magmáticas antigas.
Ⓔ Uma cuesta escarpada e seca decorrente do intemperismo físico severo.