No Brasil Colonial, a organização político-administrativa estruturou-se a partir de órgãos centrais metropolitanos e de representações locais. Segundo a análise histórica de Boris Fausto, uma instituição em especial destacou-se por ser um órgão de poder constituído por membros da própria sociedade colonial, sediado nas vilas e cidades.
Essa instituição era conhecida como:
Ⓐ Conselho Ultramarino.
Ⓑ Mesa da Consciência e Ordens.
Ⓒ Companhia Geral de Comércio.
Ⓓ Câmara Municipal (ou Senado da Câmara).
Ⓔ Tribunal do Santo Ofício.
Segundo Boris Fausto as Câmaras Municipais, com sede nas vilas e nas cidades, constituíam um "órgão de poder constituído de membros da própria sociedade".
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