A classificação do relevo brasileiro proposta pelo geógrafo Aroldo de Azevedo na década de 1940 dividiu o território nacional em oito grandes unidades. O critério principal adotado pelo professor da USP para delimitar e diferenciar os planaltos das planícies baseou-se em:
Ⓐ Índices de pluviosidade e médias térmicas anuais.
Ⓑ Cotas altimétricas fixas, utilizando o limite de 200 metros.
Ⓒ Processos dinâmicos de predomínio de erosão ou sedimentação.
Ⓓ Imagens de radar obtidas por sensoriamento remoto do Radambrasil.
Ⓔ Idade geológica das rochas e grau de cristalização litológica.
Segundo Eustáquio de Sene e João Carlos Moreira: a classificação de Aroldo de Azevedo baseou-se no critério altimétrico: as planícies eram as superfícies aplainadas com altitudes até 200 metros, e os planaltos eram as superfícies que superavam essa cota. O critério de processos dinâmicos (erosão/sedimentação) foi introduzido posteriormente por Aziz Ab'Sáber, e as imagens de radar foram utilizadas por Jurandyr Ross.
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