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Fazer questões é, sem exagero, uma das partes mais importantes da preparação para o concurso da ESA. Não é só “praticar” — é o que realmente transforma teoria em resultado. Quando você resolve questões, ativa o cérebro para lembrar, interpretar e aplicar o conteúdo. Isso fixa muito mais do que só ler ou assistir aula. Como sabemos, cada banca tem um estilo. Fazendo questões, você percebe padrões: pegadinhas, temas favoritos, nível de profundidade. Errar questão é ótimo — mostra exatamente onde você precisa melhorar. Sem isso, você estuda “no escuro”. Prova tem tempo. Treinar questões ajuda você a pensar mais rápido e com menos dúvida na hora decisiva. Resolver questões funciona como revisão, mas de forma inteligente. Você revisa tentando lembrar, não só relendo. Só estudar teoria pode enganar (“acho que sei”). Questões mostram a verdade: você sabe ou não sabe.

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16 de julho de 2025

(ADM&TEC) - QUESTÃO

"Eu ME TORNEI o QUE sou HOJE aos doze anos, em um dia nublado e gélido do inverno de 1975. Lembro do momento exato em que isso aconteceu, quando estava agachado por detrás de uma parede de barro parcialmente desmoronada, espiando o beco que ficava perto do riacho congelado. Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar. Olhando para trás, agora, percebo que passei os últimos vinte e seis anos da minha vida espiando aquele beco deserto. Um dia, no verão passado, meu amigo Rahim Khan me ligou do Paquistão. Pediu que eu fosse vê-lo. Parado ali na cozinha, com o fone no ouvido, sabia muito bem que não era só Rahim Khan que estava do outro lado daquela linha. Era o meu passado de pecados não expiados. Depois que desliguei, fui passear pelo lago Spreckels, na orla norte do parque da Golden Gate. O sol do início da tarde cintilava na água onde navegavam dezenas de barquinhos em miniatura, impulsionados por um ventinho ligeiro. Olhei então para cima e vi um par de pipas vermelhas planando no ar, com rabiolas compridas e azuis. Dançavam lá no alto, bem acima das árvores da ponta oeste do parque, por sobre os moinhos, voando lado a lado como um par de olhos fitando San Francisco, a cidade que eu agora chamava de lar. E, de repente, a voz de Hassan sussurrou nos meus ouvidos: "Por você, faria isso mil vezes!" Hassan, o menino de lábio leporino que corria atrás das pipas como ninguém." 
(HOSSEINI, Khaled. O Caçador de Pipas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.)

Na frase: "Hassan, o menino de lábio leporino que corria atrás das pipas como ninguém", qual é a classificação da oração sublinhada? 
 Oração subordinada substantiva subjetiva. 
 Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Ⓒ Oração subordinada adverbial comparativa.
Ⓓ Oração subordinada adjetiva restritiva. 
Ⓔ Nnehuma das alternativas anteriores está correta.

A oração sublinhada é: "que corria atrás das pipas como ninguém".

Passo 1: Identificar o tipo da oração

  1. A oração começa com "que", que é um pronome relativo.

  2. Ela está explicando ou qualificando "o menino de lábio leporino", dando uma característica dele (ou seja, especifica quem é Hassan).

Passo 2: Verificar se é subordinada adjetiva

  • Orações subordinadas adjetivas funcionam como adjetivos, ou seja, descrevem ou restringem um substantivo da oração principal.

  • Neste caso, "que corria atrás das pipas como ninguém" descreve "o menino de lábio leporino".

Passo 3: Verificar se é restritiva ou explicativa

  • Restritiva: restringe ou especifica o substantivo (indica exatamente qual é o menino).

  • Explicativa: apenas adiciona informação extra, geralmente entre vírgulas.

Aqui não há vírgulas separando a oração, e ela é necessária para identificar qual menino estamos falando. Portanto, é restritiva.

Conclusão: oração subordinada adjetiva restritiva.

(Comentário de IA)

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