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A RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA NÃO PERDERÃO A QUALIDADE QUANDO ACESSADAS NO COMPUTADOR/NOTEBOOK.
Fazer questões para concurso é uma das estratégias mais eficazes para quem quer realmente aprender e passar. Eis os principais motivos: ✅ 1. Você entende como a banca cobra o conteúdo. Cada banca tem um estilo. Fazendo questões, você aprende: nível de dificuldade; pegadinhas mais comuns; forma de interpretar o enunciado. ✅ 2. Melhora a fixação do conteúdo. Responder questões obriga o cérebro a resgatar informações, o que fortalece a memória muito mais do que apenas ler ou assistir aula. ✅ 3. Identifica suas falhas. Ao errar uma questão, você descobre exatamente: quais assuntos não domina; o que precisa revisar; onde está perdendo pontos. Isso deixa o estudo mais estratégico. ✅ 4. Aumenta a velocidade e a precisão. Concursos têm tempo limitado. Treinar com questões te ajuda a: responder mais rápido; ganhar confiança; evitar travar na prova. ✅ 5. Adapta o seu cérebro ao “modo prova”. Quanto mais familiaridade você tem com o formato de prova, menos ansiedade e mais foco você terá no dia oficial. ✅ 6. Serve como revisão prática. Cada bateria de questões revisa automaticamente tudo o que você já estudou, reforçando o aprendizado.

16 de dezembro de 2023

(ALBERT EINSTEIN 2023) - QUESTÃO

Voltado para o céu e, ao mesmo tempo, sem conseguir desligar-se dos valores terrenos, o homem deste período sente-se em conflito entre a razão e a fé, entre os sentidos e o espírito, tentando encontrar um ponto de união entre essas forças que o atraem. 
O homem _______ vai enfatizar tudo aquilo que é inconsistente, tudo o que muda de aparência, tudo o que está em movimento, pois para ele o mundo é uma coisa dinâmica, em constante mudança.

(Carlos Emílio Faraco e Francisco Marto de Moura. Literatura Brasileira, 1993. Adaptado.)

A lacuna do texto deve ser preenchida pelo termo 
Ⓐ barroco. 
Ⓑ romântico. 
Ⓒ realista. 
Ⓓ naturalista. 
Ⓔ parnasiano. 


O excerto discorre sobre o conflito do homem em relação aos valores teocêntricos e aos antropocêntricos. Esse dualismo tenso e insolúvel reflete a crise ideológica da época da Contrarreforma, séculos XVI e XVII, além de ser o fundamento da arte barroca. 

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