Ao comparar o regime de escoamento superficial dos rios brasileiros, nota-se uma forte dependência do regime de alimentação pluvial (chuvas). No entanto, a Bacia Amazônica apresenta uma singularidade em suas cabeceiras fora do território nacional, que consiste na alimentação do tipo:
Ⓐ Cárstica terminal, secando totalmente assim que atinge a fronteira com o Brasil.
Ⓑ Socioambiental, gerada apenas pelo descarte de água tratada das grandes metrópoles andinas.
Ⓒ Exclusivamente artificial, mantida por bombeamento mecânico executado nos desertos costeiros do Peru.
Ⓓ Mista (ou nival-pluvial), uma vez que o Rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes, recebendo águas do derretimento de neve combinado com o grande volume de chuvas da planície.
Ⓔ Pluvial pura em toda a sua extensão, sem que nenhum de seus milhares de afluentes toque áreas de montanha alta.
O Rio Amazonas possui regime misto porque suas cabeceiras andinas captam a água do derretimento de gelo/neve (nival), enquanto o restante da bacia é alimentado por chuvas torrenciais (pluvial).
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