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A RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA NÃO PERDERÃO A QUALIDADE QUANDO ACESSADAS NO COMPUTADOR/NOTEBOOK.
Fazer questões para concurso é uma das estratégias mais eficazes para quem quer realmente aprender e passar. Eis os principais motivos: ✅ 1. Você entende como a banca cobra o conteúdo. Cada banca tem um estilo. Fazendo questões, você aprende: nível de dificuldade; pegadinhas mais comuns; forma de interpretar o enunciado. ✅ 2. Melhora a fixação do conteúdo. Responder questões obriga o cérebro a resgatar informações, o que fortalece a memória muito mais do que apenas ler ou assistir aula. ✅ 3. Identifica suas falhas. Ao errar uma questão, você descobre exatamente: quais assuntos não domina; o que precisa revisar; onde está perdendo pontos. Isso deixa o estudo mais estratégico. ✅ 4. Aumenta a velocidade e a precisão. Concursos têm tempo limitado. Treinar com questões te ajuda a: responder mais rápido; ganhar confiança; evitar travar na prova. ✅ 5. Adapta o seu cérebro ao “modo prova”. Quanto mais familiaridade você tem com o formato de prova, menos ansiedade e mais foco você terá no dia oficial. ✅ 6. Serve como revisão prática. Cada bateria de questões revisa automaticamente tudo o que você já estudou, reforçando o aprendizado.

28 de agosto de 2025

(VPNE CFGS/ESA) - QUESTÃO

A anulação do Tratado de Tordesilhas, e a utilização do princípio "uti possidetis", que determinou que Sacramento ficaria com a Espanha, e Sete Povos das Missões ficaria com Portugal, ocorre mediante assinatura do Tratado de: 
Ⓐ Lisboa (1681) 
Ⓑ Utrecht (1715) 
Ⓒ Madri (1750) 
Ⓓ El Pardo (1761) 
Ⓔ Santo Ildefonso (1777)


A situação descrita se refere à redefinição das fronteiras entre Portugal e Espanha na América do Sul, utilizando o princípio “uti possidetis”, que basicamente significa “quem possui, mantém” — ou seja, cada país ficaria com os territórios que efetivamente ocupava.

O tratado que formalizou isso, garantindo que Sacramento ficasse com a Espanha e os Sete Povos das Missões ficassem com Portugal, foi o Tratado de Madri (1750).

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