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Fazer questões é, sem exagero, uma das partes mais importantes da preparação para o concurso da ESA. Não é só “praticar” — é o que realmente transforma teoria em resultado. Quando você resolve questões, ativa o cérebro para lembrar, interpretar e aplicar o conteúdo. Isso fixa muito mais do que só ler ou assistir aula. Como sabemos, cada banca tem um estilo. Fazendo questões, você percebe padrões: pegadinhas, temas favoritos, nível de profundidade. Errar questão é ótimo — mostra exatamente onde você precisa melhorar. Sem isso, você estuda “no escuro”. Prova tem tempo. Treinar questões ajuda você a pensar mais rápido e com menos dúvida na hora decisiva. Resolver questões funciona como revisão, mas de forma inteligente. Você revisa tentando lembrar, não só relendo. Só estudar teoria pode enganar (“acho que sei”). Questões mostram a verdade: você sabe ou não sabe.

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( UNESP) - Leia o texto para responder às questões de 01 a 05

“One never builds something finished”: the brilliance of architect Paulo Mendes da Rocha
Oliver Wainwright
February 4, 2017
   “All space is public,” says Paulo Mendes da Rocha. “The only private space that you can imagine is in the human mind.” It is an optimistic statement from the 88- year-old Brazilian architect, given he is a resident of São Paulo, a city where the triumph of the private realm over the public could not be more stark. The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.
   But for Mendes da Rocha, who received the 2017 gold medal from the Royal Institute of British Architects this week – an accolade previously bestowed on such luminaries as Le Corbusier and Frank Lloyd Wright – the ground is everything. He has spent his 60-year career lifting his massive concrete buildings up, in gravitydefying balancing acts, or else burying them below ground in an attempt to liberate the Earth’s surface as a continuous democratic public realm. “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.” (www.theguardian.com. Adaptado.)

01. QUESTÃO - According to the text, São Paulo
a) is an inclusive city where rich and poor citizens coexist.
b) lacks public recreational and cultural areas.
c) displays an optimistic atmosphere.
d) is characterized by deep inequality between rich and poor.
e) is the most violent megalopolis in Brazil.

02. QUESTÃO - Conforme o texto, Paulo Mendes da Rocha 
a) é conhecido por projetar somente edificações subterrâneas. 
b) valoriza o caráter público do espaço. 
c) superou arquitetos famosos, como Le Corbusier e Frank Lloyd Wright. 
d) reside em São Paulo há 60 anos, onde projetou grandes obras. 
e) considera que a mente humana resulta do pensamento coletivo.

03. QUESTÃO - No trecho do primeiro parágrafo “The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality”, o termo em destaque indica
a) contraste.
b) exemplificação.
c) ênfase.
d) exclusão.
e) definição.

04. QUESTÃO - No trecho do primeiro parágrafo “the triumph of the private realm over the public could not be more stark”, o termo em destaque tem sentido equivalente, em português, a
a) gritante.
b) purificado.
c) vazio.
d) simples.
e) disfarçado.


05. QUESTÃO - No trecho do segundo parágrafo “The city has to be for everybody”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
a) must.
b) could.
c) may.
d) used to.
e) going to.









01. QUESTÃO - D
De acordo como texto, São Paulo caracteriza-se por uma profunda desigualdade entre os ricos e os pobres. No texto: 
The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.

02. QUESTÃO - B
Lê-se no texto: “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.”
 
03. QUESTÃO - C
“... is a place of such marked inequality” (= “é um local de desigualdade tão marcante”)
such = tão → ênfase

04. QUESTÃO - A
• stark = gritante

05. QUESTÃO - A
• has to = must (= deve, precisa)

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