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A RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA NÃO PERDERÃO A QUALIDADE QUANDO ACESSADAS NO COMPUTADOR/NOTEBOOK.
Fazer questões para concurso é uma das estratégias mais eficazes para quem quer realmente aprender e passar. Eis os principais motivos: ✅ 1. Você entende como a banca cobra o conteúdo. Cada banca tem um estilo. Fazendo questões, você aprende: nível de dificuldade; pegadinhas mais comuns; forma de interpretar o enunciado. ✅ 2. Melhora a fixação do conteúdo. Responder questões obriga o cérebro a resgatar informações, o que fortalece a memória muito mais do que apenas ler ou assistir aula. ✅ 3. Identifica suas falhas. Ao errar uma questão, você descobre exatamente: quais assuntos não domina; o que precisa revisar; onde está perdendo pontos. Isso deixa o estudo mais estratégico. ✅ 4. Aumenta a velocidade e a precisão. Concursos têm tempo limitado. Treinar com questões te ajuda a: responder mais rápido; ganhar confiança; evitar travar na prova. ✅ 5. Adapta o seu cérebro ao “modo prova”. Quanto mais familiaridade você tem com o formato de prova, menos ansiedade e mais foco você terá no dia oficial. ✅ 6. Serve como revisão prática. Cada bateria de questões revisa automaticamente tudo o que você já estudou, reforçando o aprendizado.

10 de setembro de 2024

(Universidade de Pernambuco - UPE) - QUESTÃO

A Guerra dos Mascates caracterizou-se como uma(um)
Ⓐ luta entre paulistas e portugueses para se obter o controle da região mineradora.
Ⓑ rebelião colonial motivada pelas dificuldades econômicas da empresa açucareira e pela crise de mão-de-obra, que a Companhia Geral do Comércio do Estado do Maranhão não conseguiu solucionar.
Ⓒ luta dos baianos para romperem com a dominação portuguesa e proclamarem uma República democrática.
Ⓓ conflito entre os senhores-de-engenho de Olinda e os comerciantes do Recife, tendo como estopim a autonomia administrativa pretendida por Recife.
Ⓔ rebelião olindense organizada pelos alfaiates contra a opressão colonial.



A Guerra dos Mascates foi um conflito entre senhores de engenho de Olinda e comerciantes portugueses de Recife, na capitania de Pernambuco, entre os anos de 1710 e 1711.

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