➥ Pesquise o ASSUNTO aqui

A RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA NÃO PERDERÃO A QUALIDADE QUANDO ACESSADAS NO COMPUTADOR/NOTEBOOK.
Fazer questões para concurso é uma das estratégias mais eficazes para quem quer realmente aprender e passar. Eis os principais motivos: ✅ 1. Você entende como a banca cobra o conteúdo. Cada banca tem um estilo. Fazendo questões, você aprende: nível de dificuldade; pegadinhas mais comuns; forma de interpretar o enunciado. ✅ 2. Melhora a fixação do conteúdo. Responder questões obriga o cérebro a resgatar informações, o que fortalece a memória muito mais do que apenas ler ou assistir aula. ✅ 3. Identifica suas falhas. Ao errar uma questão, você descobre exatamente: quais assuntos não domina; o que precisa revisar; onde está perdendo pontos. Isso deixa o estudo mais estratégico. ✅ 4. Aumenta a velocidade e a precisão. Concursos têm tempo limitado. Treinar com questões te ajuda a: responder mais rápido; ganhar confiança; evitar travar na prova. ✅ 5. Adapta o seu cérebro ao “modo prova”. Quanto mais familiaridade você tem com o formato de prova, menos ansiedade e mais foco você terá no dia oficial. ✅ 6. Serve como revisão prática. Cada bateria de questões revisa automaticamente tudo o que você já estudou, reforçando o aprendizado.

13 de julho de 2023

(FCC-BA) - QUESTÃO

Obra pré-modernista eivada de informações histórias e científicas, primeira grande interpretação da realidade brasileira, que, buscando compreender o meio áspero em que vivia o jagunço nordestino, denunciava uma campanha militar que investia contra o fanatismo religioso advindo da miséria e do abandono do homem do sertão. Trata-se de: 
a) O sertanejo, de José de Alencar. 
b) Pelo sertão, de Afonso Arinos. 
c) Os Sertões, de Euclides da Cunha. 
d) Grande Sertão: veredas, de Guimarães Rosa. 
e) Sertão, de Coelho Neto.


Euclides da Cunha (1866-1909), autor da obra pré-modernista Os sertões, publicada pela primeira vez em 1902. Trata-se de um vasto compilado daquilo que presenciou enquanto repórter d’O Estado de S. Paulo ao viajar para o sertão baiano durante a Guerra de Canudos, em 1897. É um livro de não ficção que surpreende pelo hibridismo entre as descrições poéticas do cenário natural, ao mesmo tempo que aborda questões sociológicas, geográficas e científicas, unidas a vocabulários sertanejos e brasileirismos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário